sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A GRANDE CAMPANHA DO PARTIDO DA MIDIA CONTRA A JUVENTUDE

A grande imprensa brasileira faz campanha aberta pela criminalização da juventude e toda a questão de propagar que se trata de um "problema".

A exemplo do que faz na cobertura geral do Brasil, enfocando sempre as mazelas, o PIG, ao invés de noticiar os tantos avanços na política pública de juventude, vem com uma reportagem desnecessariamente manipulada como a Impunidade faz jovens voltarem ao crime, aponta estudo feito em MG, publicada no G1, dia 25 último.

No corpo do texto, o G1 vai adiante, dizendo que "a sensação de impunidade e as falhas na recuperação desses jovens levam a crimes mais graves, como assassinato"

O título distorce completamente os fatos ao deixar entender que o crime resulta não de uma condição social juvenil que não dá outra saída, mas aos problemas de punição. Um completo absurdo! Não é possível que os chefes da editoria ou o jornalista responsável pela matéria realmente acreditem nisso.

O pior é que os crimes citados na matéra, baseados no levantamento feito pelo Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Infrator, entre dezembro de 2008 e março de 2009, são leves: tráfico de drogas (25,4%), porte de drogas (20%), furto (12%), roubo (10%) e porte de arma (5,4%). Porém isso só se descobre lendo. Se não, a imaginação produz imeditamnte uma horda de jovens latrocidas, o que deve ser a intençao.

Mais dramática é a conclusão dizendo que a Secretaria de Estado de Defesa Social do governo mineiro, diz que não sabe quantos desses adolescentes voltam a cometer crimes. Então, o que é, no que se ampara, além de preconceito, estereótipo e o mais puro direitismo, a afimação do título de que impunidade faz jovens voltarem ao crime (sic)?

Com reportagens assim ou como uma recente do Estadão, que estampava a assertiva de que menos jovens e armas, era igual a menos violência, manipulando todo um estudo acadêmico, o PIG tenta formar opinião que desdenhe das PPJs do Governo Federal e assentar as bases ideológicas para o país ser conivente com medidas arbitrárias e ineficazes como o toque de recolher e a redução da idade penal, propostas do DEM e PSDB para a juventude brasileira.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

EAPJ: DESVELANDO A REALIDADE

:A 1ª etapa da Escola de Agentes Populares da Juventude realizada em Irati nos dias 25, 26 e 27 de setembro, superou as expectativas.

A mesma aconteceu na sede do Conselho da Comunidade da Comarca de Irati e reuniu mais de 50 jovens de vários Organizações da Juventude dos municípios da região sul do Paraná. Estiveram presentes de Inácio Martins: Associação Ação Urbana, de Fernandes Pinheiro Grupo de Agricultura Ecológica, de Guarapuava jovens de grupos de Comunicação e de Musica, de Irati: Grupo de Jovens de Guamirim, Grupo de Teatro Jesus nos Abane, Comissões Comunitárias da Juventude dos bairros Riozinho e Vila Nova, além da CORAJEM que coordenou a primeira etapa da Escola.

Esta Escola é uma das ações do “Projeto Juventude da Comunidade Gera Nova Sociedade”. Para conhecer o Projeto, Cliqu Aqui!

A Escola utiliza a metodologia do educador Paulo Freire e também é um espaço de dinâmicas, animação, trabalhos em grupo, troca de experiências e autogestão.

A 1ª etapa foi realizada neste último final de semana. No dia 25 aconteceu a abertura da Escola com a apresentação do teatro “Associação CORAJEM: 5 anos de Ousadia e Mobilização Popular” o qual contou com a atuação de jovens do Grupo de teatro “Jesus nos Abane” e da Associação CORAJEM. Além dos jovesn que participaram da escola tambem estiveram presentes, familiares, apoiadores, parcerias e comunidade.

No dia 26, para trabalhar com o tema Educação Popular, a educadora e Assistente Social Gisele Carneiro do Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo – CEFÚRIA, de Curitiba, fez um resgate através da linha do tempo, situando a história do povo brasileiro, suas lutas e conquistas, desvelando vários mitos que percorrem a história da humanidade e que não são abordados na escola convencional.

E no dia 27, o assessor e terapeuta Renato Marochi, utilizou várias dinâmicas para trabalhar com o tema: Afetividade e Sexualidade, situando o ser humano como parte integrante da natureza em sua essencia. Por fim, a pedagoga da Associação CORAJEM, Joelma Domingues Patczyk, encerrou esta etapa com o tema: Gênero e Relações Humanas, quebrando mitos e mostrando a importancia das relacṍes humanas.

As próximas etapas acontecerão em

23, 24 e 25 de outubro com os temas:

-Cultura e Arte Popular;

-Comunicação Popular;


e 27, 28 e 29 de novembro com o tema:

-Trabalho e Vida: Economia Popular Solidária;

Também queremos ressaltar que a Associação CORAJEM, conta com uma Rede de parcerias e apoio de grupos, entidades e movimentos a nível municipal, estadual e nacional, que acreditam na renovação de lideranças e na construção de um novo Projeto de Sociedade a partir da juventude:

Apoiadores da Escola e que estavam presentes: Rede de Educação Cidadã – RECID; CEFÚRIA (Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo); UNICENTRO (Universidade Estadual do Centro-Oeste); Secretaria Municipal do Bem-Estar Social de Irati; Pastoral da Criança de Irati; Conselho da Comunidade – Comarca de Irati; Projeto Brasil Local; Centro de Estudos Ernesto Che Guevara; Associação União Irati; APP – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná - núcleo de Irati.

Para mais informações entre em contato:

Telefone: 042-3422-94-00

E-mail: corajem@corajem.org.br

Blog: associacaocorajem.blogspot.com

Endereço: Rua Barão do Rio Branco, 43 – Centro, Irati-Paraná

APROVADO PROJETO DO GOVERNO FEDERAL EM IRATI E REGIÃO

Foi lançado no mês de setembro de 2009 o edital da SENAES (Secretaria Nacional de Economia Solidária) do Ministério Trabalho e Emprego, para continuidade do Projeto Brasil Local. Em Irati e região o Projeto foi executado em 2008 e 2009 e contribuiu para realizar eventos de Economia Solidária, como Seminários e Cursos e na Potencialização de Grupos/Empreendimentos Solidáios de Artesanato, Agricultura Ecológica, Catadores de Material Reciclavel, entre outros por meio de Agentes locais.

O Brasil Local é um Projeto voltado para a geração de trabalho e renda por meio da economia solidária. O Brasil Local fomenta a organização de empreendimentos geridos pelos próprios trabalhadores(as), facilitando o acesso a políticas públicas de incentivo, como capacitação, crédito comunitário, equipamentos, formalização e escoamento da produção.

O Projeto Brasil Local visa, fundamentalmente, promover a geração de trabalho e renda e impulsionar o desenvolvimento sustentável e solidário em comunidades historicamente excluídas das ações emanadas do poder público, através da organização de empreendimentos econômicos solidários, tais como cooperativas, associações de produção, recuperação de empresas, constituição de redes, etc. Com isso, pretende contribuir para o fortalecimento da economia solidária e sua afirmação como estratégia de desenvolvimento sustentável.

Este ano o edital partiu da metodologia de selecionar entidades que se enquadrassem nas seguintes modalidades:

1 – Modalidade A: PROJETO BRASIL LOCAL - AGENTES DE DESENVOLVIMENTO E ECONOMIA SOLIDÁRIA.

2 – Modalidade B: PROJETO BRASIL LOCAL - ETNODESENVOLVIMENTO E ECONOMIA SOLIDÁRIA.

3 – Modalidade C: PROJETO BRASIL LOCAL - ECONOMIA SOLIDÁRIA E ECONOMIA FEMINISTA.

4 – Modalidade D: PROJETO BRASIL LOCAL - ARTICULAÇÃO NACIONAL DAS AÇÕES.

Na modalidade "A" para a nossa região a entidade esolhida foi a AVESOL (www.avesol.org.br) do Rio Grande do Sul que em breve estará iniciando a execução do mesmo.

Os municipios que serão beneficiadas no Paraná são:

Almirante Tamandaré

Campo Mourão

Curitiba

Fernandes Pinheiro

Guarapuava

Inácio Martins

Irati

Mandirituba

Maringá

Piraquara

Pitanga

Ponta Grossa

Pontal do Paraná

Rio Branco do Sul

São José dos Pinhais

Em breve será lançado edital de escolha da Coordenação estadual e dos/as Agentes para execução do Projeto no Paraná para 2009 e 2010.

Mais informação Acesse o documento com o resultado da seleção em www.fbes.org.br/?option=com_docman&task=doc_download&gid=1085&Itemid=99999999

ou acesse: www.fbes.org.br


terça-feira, 22 de setembro de 2009

ESCOLA DE AGENTES DA JUVENTUDE E ECONOMIA SOLIDARIA ACONTECE EM IRATI

A EAPJ - Escola de Agentes Populares da Juventude tem por obetivo preparar atuais e novas lideranças comunitarias para junto a comunidade desenvolverem Projetos de Organização de Grupos culturasi, sociais e de geração de renda por meio da Economia solidária
.
Ela é uma das Ações do Projeto “Juventude da Comunidade Gera Nova Sociedade”. Para conhecer o Projeto, Clique aqui!
A EAPJ acontecerá em 3 etapas, sendo 1 etapa por mês, com período de duração de 3 dias, iniciando na sexta a noite, sabado dia todo e domingo dia todo.
Todas as etapas terão uma linguagem fácil de entender, com muita troca de experiências, dinâmicas, animação, místicas e trabalho em grupos.
Datas das etapas e Conteúdo a serem trabalhados em cada etapa
25, 26 e 27 de setembro:
1- Educação Popular: Resgatando a nossa história: 2-Afetividade, sexualidade e gênero:
23, 24 e 25 de outubro:
3-Cultura e Arte Popular: 4-Comunicação Popular:
27, 28 e 29 de Novembro:
5-Trabalho e Vida - Socioeconomia Solidária.
Cada etapa terá uma equipe de assessoria de acordo com o tema:
As Inscrições deverão ser feitas através da ficha de inscrição e ser entregues para a Associação CORAJEM por correio ou e-mail até o dia 18 de setembro de 2009 ou confirmadas com Salete no 42-3422-9400.
A taxa será de R$10,00 reais por etapa (total das 3 etapas para os 3 finais de semana: R$30,00). Esta taxa é para cobrir despesas e o participante receberá alem do conhecimento, alimentação, hospedagem, materiais didaticos, transporte e certificado da UNICENTRO, ou seja, os R$30,00 são simbolicos.
O Horário das as atividades serão iniciadas às 19:00hrs na sexta-feira e encerradas às 16:30hrs no domingo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Um grito contra a crise e a exclusão

Sexta-feira, 4 de setembro de 2009 - 14h22min

por Patrícia Benvenuti/Brasil De Fato

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A ordem é reivindicar, e não comemorar. Com esse mote, organizações populares, movimentos sociais e entidades ligadas à Igreja promovem a 15ª edição do Grito dos Excluídos, como contraponto às festividades oficiais da Semana da Pátria.

Neste ano, as atividades acontecerão em quase todos os estados, além do Distrito Federal, e a expectativa é de que mais de um milhão de pessoas participem. Em São Paulo, as ações ficarão concentradas no dia 7, a partir das 8 horas, com uma missa na Catedral da Sé. Na sequência haverá uma mística e falas iniciais e, em seguida, os manifestantes caminharão até o Monumento da Independência, no Parque Ipiranga, onde será realizado um ato público.

Sob o lema "Vida em primeiro lugar, a força da transformação está na organização popular", o Grito se somará às mobilizações que têm denunciado o atual modelo econômico, responsável pela crise financeira, como explica Ari Alberti, integrante da Secretaria Nacional do Grito dos Excluídos: "O Grito questiona esse modelo econômico que está aí, que se sobrepõe à vida, e diz que, se quisermos mudanças, teremos que construir".

A manifestação é caracterizada por suas pautas descentralizadas, de forma que cada região aborde suas próprias questões e particularidades. Alberti garante, porém, que alguns temas estarão no centro de todas as manifestações, como as denúncias recentes em torno do Senado. "Fica complicado ver a casa que faz as leis fazendo tantas falcatruas. Por isso, também o nosso lema, a força da transformação, está na organização popular", ressalta.

Já Juvenal Rocha, integrante da Comissão Pastoral da Terra (CPT), uma das organizações que participa da coordenação do evento, destaca a preservação do meio ambiente como uma das questões mais imediatas a serem trabalhadas. Para ele, a situação se agrava com a falta de políticas públicas que possam frear o avanço do desmatamento e do agronegócio. "O Grito mantém a população pelo menos informada de uma situação que pode diminuir a vida do planeta", diz Rocha, lembrando que o combate ao trabalho escravo e o limite da propriedade rural também fazem parte das reivindicações.

O Grito ainda será um protesto contra a repressão aos movimentos sociais e a impunidade. Para Alberti, casos como a chacina que deixou sete moradores de rua mortos no centro de São Paulo em 2004 e a morte do sem-terra Elton Brum, no dia 21 de agosto, no Rio Grande do Sul, mostram a urgência de cobrar justiça e punição aos responsáveis pelos crimes. "Essa questão com certeza vai estar presente, assim como a falta de reforma agrária", completa.

Saldo positivo

Desdobramento da Segunda Semana Social Brasileira, promovida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e por pastorais e movimentos, o Grito dos Excluídos surgiu em 1995 reivindicando soberania e uma verdadeira independência para o país.

Ao longo de seus 15 anos, o protesto ganhou importância e participação crescente por parte de diversas organizações. Além do Brasil, o Grito hoje está presente em cerca de 15 países latinoamericanos, que promovem o Grito dos Excluídos Continental em outubro.

O alcance do Grito, para Alberti, demonstra o êxito da iniciativa, cuja principal contribuição tem sido consolidar um espaço de manifestação popular durante a Semana da Pátria. "Antes, a gente só tinha a oficialidade. Agora se vê que tem gente se manifestando com outros gritos nessa data. Hoje a Semana da Pátria está mudada, deixou de ser a semana dos desfiles oficiais para ser a do povo na rua", completa.

Outra contribuição, para Rocha, é de manter a articulação entre diferentes redes dispostas a promover um trabalho de cidadania. "O Grito responde a uma necessidade da sociedade brasileira de que não basta apenas celebrar a Independência, porque o país ainda carece de políticas para uma parte que passa fome, que não tem acesso à saúde e a uma educação que responde à realidade", assegura.

Apesar de comemorar os avanços do Grito, Alberti ressalta que ainda há muito o que conquistar. Nesse sentido, ele assegura que o maior desafio é incorporar cada vez mais pessoas que estão à margem do sistema. "Estamos no rumo de os excluídos serem, de fato, sujeitos do Grito".

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

PROJETO DA JUVENTUDE REUNI MAIS DE 30 PESSOAS NO BAIRRO VILA NOVA

Na continuidade do Projeto "Juventude da Comunidade Gera Nova Sociedade", foi realizada mais uma reunião de organização das Ações do Projeto na Comunidade Vila Nova. Esta Comunidade está localizada na periferia da cidade de Irati e ainda sofre preconceito por ser povoada por pessoas pobres que sobrevivem a margem do sistema economico.

Mesmo com esta situação, quando há união e vontade de mudança, a comunidade se levanta para construir um novo Projeto de Vida. Naste sentido, a comunidade se reuniu no dia 10 de setembro de 2009 para PLANEJAR as "Oficinas Culturais". Estas oficinas tem o objetivo de desenvolver, a partir de adolescentes e jovens, desenvolver as dimensões humanas baseadas no levante da estima, itelectual, tecnica e cientifica. Com isto, a seguintes oficinas irão começar a partir de outubro com as atividade de Dança com os monitores: Wilian Munhoz, Gislaine Munhoz e Luis Arnaldo de Paula, Esportes com a monitora: Tania A. Malinouski e Musica com as monitoras: Adriele e Andressa. Detalhe, os monitores/as são da própria comunidade.

Em seguida foi feita a entrega dos materias de estudo da Agente Eloise Sabrina Malinolski e a celebração (com partilha de alimentos) de posse da Agente e da Comissão Comunitária do Projeto.

A próxima reunião ficou para dia 01 de outubro as 19:30hr na sede da associação do bairro.

ASSOCIAÇÃO CORAJEM É SELECIONADA EM EDITAL FEIRAS MICROREGIONAIS


A Economia Solidária é um novo jeito de Produção, Comercialização, Financiamento e Consumo de Produtos e Serviços que já existem a nossa volta nas areas rurais e urbanas, e que tem os seus Principios baseados no Coletivo, Cooperação, Solidariedade e na Conservação do Meio Ambiente.
Em nossa região a Economia Solidária já vem sendo construida em Rede desde 2003, por meio de ações formativas e no fomento de grupos/empreendimentos solidários.
A partir desta luta resolvemos participar do edital de Feiras Microregionais lançada pela SENAES (Secretaria Nacional de Economia Solidária). A CORAJEM foi uma das selecionadas para estar recebendo os recusos publicos para estar fomentando a Economia Solidária na região.

Abaixo um vídeo que informa o que é a Economia Solidária.





Assista tambem: Video de Seminario em Inacio Martins

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A QUAL DEUS SERVIR, DEUS DINHEIRO OU AO DEUS VIDA?

CONIC lança cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010



Aos pés do Cristo Redentor e contando com a participação da senadora Marina Silva, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) fará na quinta-feira, 10, no Rio, o lançamento do material promocional da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, sob o tema “Fraternidade e Economia”.

A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC, 07-09-2009.

“O objetivo da Campanha da Fraternidade 2010 é o de unir as igrejas cristãs e, principalmente, a nossa sociedade, que é formada por pessoas de boa vontade, na promoção de uma economia a serviço da vida, sem exclusões, criando uma cultura de solidariedade e trazendo paz”, disse o secretário-geral do CONIC, reverendo Luiz Alberto Barbosa.

O lema da Campanha alertará brasileiros e brasileiras: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”. Na Bíblia, explicou Barbosa, “os pobres e todos os necessitados estão no centro da justiça que Deus exige das relações humanas e econômicas.”

A abertura da cerimônia estará a cargo do presidente do CONIC, pastor sinodal Carlos Möller, e o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, motivará os participantes a rezarem juntos o Pai Nosso.

Além da senadora Marina Silva, também o secretário de Economia Solidário do Ministério do Trabalho, economista Paul Singer, e o sub-secretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da presidência da República, Perly Cipriano, participarão da cerimônia de lançamento do cartaz e folder da Campanha 2010.

Confirmaram presença ao lançamento o pastor presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e moderador do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Walter Altmann; o bispo primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Maurício de Andrade; o moderador da Igreja Presbiteriana Unida, Enoc Teixeira; e o delegado do Patriarcado de Antioquia, monsenhor Antônio Nakkoud.

A campanha de 2010 será a terceira que terá caráter ecumênico. A primeira ocorreu em 2000 e a segunda cinco anos depois.

Autor/Fonte:
www.ihu.unisinos.br

Um Novo Projeto Acontece em Irati


O Projeto "Juventude da Comunidade Gera Nova Sociedade" esta acontecendo em 2 bairros de Irati, Riozinho Vila Nova, e em alguns municipios de nossa região, Inácio Martins, Guarapuava, Ponta Grossa e Fernandes Pinheiro.
Com o Objetivo de:

Promover e incentivar práticas culturais de fomento a criatividade juvenil a partir de seus anseios, conhecimentos e necessidades, dentro de suas comunidades, no intuito de criar novos Grupos sociais e de geração de trabalho/renda, tendo como alternativa à Sócioeconomia Solidária, assim desenvolvendo uma Rede articulada para a intervenção em políticas publicas, na promoção do desenvolvimento local das comunidades rurais e urbanas empobrecidas da região.

A metodologia do Projeto parte da primicia que os recursos e estruturas para acontecer as ações do mesmo, estão olcultas dentro das próprias comunidades. Em nossas comunidades de Irati e região ja há varios espaços estruturais, como: esolas, igrejas, centros comunitários, praças, quadras de esportes, etc., que são investimentos dos próprios moradores através de contribuições (impostos, dizimos, contribuições espontaneas, festas, etc.). Além destes espaços, que infelizmente estão restritos a um determinado publico, a uma imensidão de experiencias para serem conhecidas e um vasto conhecimento produzido por pessoas e grupos.
Neste sentido a Associação CORAJEM pretende buscar junto a adolescentes e jovens destas comunidades formar uma união em Rede com estes espaços e grupos para desenvolver atividades culturais e formar grupos de: teatro, dança, musica, informatica, artesanato e outros que a comunidade demandar.

Para entendermos melhor este Projeto, abaixo apresentamos os passos:
FASE 1
1° PASSO

MOBILIZAÇÃO DA JUVENTUDE
-Para Reuniões de apresentação do projeto nas comunidades e Parcerias;

2° PASSO
SENSIBILIZAÇÃO NAS COMUNIDADES
-Pesquisar realidade local;
-Apresentação do Diagnóstico construído pela comunidade;
Organizar equipe comunitária - comissão;
-Escolha dos Agentes Jovens que vão atuar nas comunidades;
-Realização do Acampamento/ Encontro da Juventude;

3° PASSO
FORMAÇÃO DE AGENTES JOVENS
-Formação e Capacitação dos Agentes Jovens multiplicadores que promovem ações de mobilização e articulação local e regional por da Escola de Agentes Populares da Juventude";

FASE 2
4° PASSO
ORGANIZAÇÃO - PLANO DE TRABALHO
-Organizar Plano dos Agentes e comunidades
(Planejamento das Ações, Acompanhamento, Avaliação);

5° PASSO
EXECUÇÃO
-Realização das Oficinas culturais;
-Intercâmbios com outras experiências;
-Organização de Grupos locais em atividades demandadas pelos jovens, desenvolvidas em espaços comunitários;
-Constituição de Fóruns e/ou Conselhos municipais;
-Incentivo a criação de Associações e Cooperativas juvenis;
-Criação da Rede Regional da juventude, para troca de experiências, elaboração e intervenção de Políticas Públicas de Economia Solidária e da Juventude a nível regional;
-Apresentação do projeto: consolidação das ações que voltam para o local/comunidades como benefício;

FASE 3
6° PASSO
AVALIAÇÃO DO PROCESSO
-Promover Encontro (2º Acampamento) Regional, Espaço de Manifestações, Celebrações, Apresentações de Ações desenvolvidas pelo Projeto e de Organização do PMAS - Planejamento, Monitoramento, Avaliação e Sistematização para os próximos períodos;
-Promoção de Audiências públicas: nas comunidades e municípios;

7° PASSO
SISTEMATIZAÇÃO E DIFUSÃO DO PROJETO
-Sistematização (Elaboração de Materiais: Vídeos, Livretos, etc.);

Mais informações neste e-mail ou no telefone: 42-3422-9400 ou 9961-1907 com a Equipe de Educadores da CORAJEM.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

HISTÓRICO DA CORAJEM

1. A Associação
A CORAJEM vem realizando há cerca de 10 anos, na região de Irati, no Centro-Sul do Paraná, trabalhos informais na área de formação e educação popular. As nossas atividades se iniciaram em 1996 com serviços junto a adolescentes e jovens da Igreja católica como Pastoral da Juventude até o ano de 2002 sem nunca ter recebido remuneração de qualquer natureza.
Entretanto, com constantes solicitações de trabalho a assessorias de cursos, grupos, palestras e encontros tornou-se imprescindível a formalização. Iniciando assim, a estruturação jurídica (em 2004) como uma Associação (CORAJEM), para viabilizar o estabelecimento de convênios, projetos e receber doações que permitam o custeio das atividades executadas e agora previstas no estatuto. Assim, iniciamos um trabalho com entidades que lutam pela promoção de adolescentes e jovens e direitos sociais, na necessidade de ampliar o território de ação para toda a região Centro-Sul (4 municípios) visando atender aos anseios de adolescentes e jovens do campo e da cidade.
A CORAJEM não atua sozinha, ela faz parte das Redes de Colaboração e Economia Solidária que tem como objetivo promover a superação da exclusão social e econômica e a intervenção nas políticas públicas através do fortalecimento e ampliação de iniciativas locais organizadas com o anseio de propor soluções à tantos problemas sociais vividos em nosso meio, através de ações como a Soberania e Segurança Alimentar, Economia Popular Solidária, Educação Popular e etc.
Além disso, a Associação tem várias parcerias e apoio com grupos, entidades e movimentos populares:

-Rede “Trabalho Libertação Popular” – Regional;
-CEFÚRIA (Centro de Formação Urbano Rural Irmã Araújo) - Paraná;
-Rede de Educação Cidadã - TALHER - Paraná;
-Projeto Brasil Local - Paraná;
-APP Sindicato - Sindicato dos Trabalhadores em Educação pública do Paraná – Núcleo de Irati;
-Conselho da Comunidade - Irati

2- A nossa Missão e objetivo:
* Apoiar e contribuir na organização e formação de grupos populares com as comunidades, a partir do protagonismo de adolescentes, jovens ,mulheres e familias respeitando assim, suas realidades e vivências; tendo como base a Educação Popular.
3- Descrição do Projeto em que atuamos:

Organização da sociedade civil da região Centro-Sul através das Redes de Colaboração e Economia Solidária:
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*Fundamentos do Projeto de Redes
A recente multiplicação e expansão de organizações, grupos, associações e entidades atuando nos campos da economia, assistência social, meio-ambiente, política e cultura, visando assegurar e defender nossos direitos, relações sociais, educação de qualidade, princípios éticos e valores humanos e inclusão social, nos levou à proposta de unir estas iniciativas existentes para discutir problemas e soluções que são de interesse comum, formando assim Redes de Colaboração e Economia Solidária.
3.1 Histórico das Redes
O que se pensava era como resolver problemas crônicos e pertinentes como a fome e a miséria ou a desigualdade social. Então, no ano de 2002 na cidade de Irati foi iniciado um processo de parceria entre a Pastoral da Juventude, Instituto Equipe de Educadores Populares, Agricultores da região, Pastoral da Criança, e algumas Associações de bairros, para buscar formas de superar estes problemas. Depois de algumas reuniões, chegou-se a conclusão de unir agricultores e consumidores, resgatando iniciativas já existentes na região e construindo outras.
A partir desta ação, outras organizações sentiram-se atraídas pela proposta, ampliando-se este Mutirão em 5 municípios do Centro-Sul do Paraná (Irati, Inácio Martins, Guarapuava, Teixeira Soares e Fernandes Pinheiro). Além da participação das organizações da região, outras foram criadas a partir das comunidades e da mobilização e organização popular, como: Grupos de Agricultura Ecológica, Horta Comunitária, Movimentos de Mulheres, Clubes de Trocas, Comitês Populares e Grupos de jovens.
Por tanto, estamos promovendo por meio de relações de interação/cooperação entre agricultores familiares ecologistas, entidades parceiras e moradores de bairros de baixa renda nas cidades, mediados pelas Redes, propostas alternativas de Geração de Trabalho e renda, dentro da dinâmica de Economia Solidária, como também de Segurança e Soberania Alimentar e Consumo Responsável, pelo fato de escolher como beneficiários da proposta as populações sob risco de segurança alimentar, além de outras preocupações diretamente envolvidas como saúde pública, transição para o modelo agroecológico, cooperativas de empreendimentos solidários e intervenção nas políticas públicas em nível local e regional, tanto para comunidades rurais como urbanas.

3.2 Ações/ Temas:
- Economia Popular Solidária;
- Organização Popular;
- Consumo responsável e Soberania Alimentar;

3.3 Público alvo:
- Juventude - Projeto: ’’Juventude da Comunidade Gera Nova Sociedade’’
- Mulheres;
- População de bairros urbanos periféricos e comunidades rurais;

3.4 Metodologia:
- Educação Popular: metodologia Freireana;
- Método Pastoral;

4- Experiências assessoradas pela CORAJEM:

Organização de bairros da periferia de Irati
Em 2003 trabalhamos com a organização de dois bairros periféricos de Irati: Pedreira e Dallegrave. Esta organização gerou: Comitês de segurança alimentar, Clubes de Trocas, Movimento de Mulheres Costureiras, Grupos de Adolescentes e Jovens, Cursos de violão, Curso bíblico, Curso de Multiplicadores de Economia Solidária.
Junto a essas iniciativas aconteceram encontros de formação em Educação popular, Economia solidária, Soberania alimentar e sobre a importância da organização comunitária dos bairros.
Neste sentido, que o projeto se apresenta, com o propósito de dinamizar e ampliar ações locais junto às populações urbanas mais carentes nas áreas de geração de trabalho e renda e Consumo responsável, canalizando para formação de Redes de Colaboração Solidárias e intervenção nas Políticas Públicas locais. E é junto a essa realidade dos bairros/comunidades que atualmente a organização dos bairros ainda persiste através do Clube de Trocas.

5- Membros da associação Corajem

Responsável pela Instituição: Cristiane de Paula - Presidente
Equipe Interna Responsável pelos Projetos:
Tais Regina Denhuke – Educadora em Economia Popular Solidária;
Rodrigo Luís de Souza – Educador em Educação Popular e Segurança Alimentar.
Cristiane de Paula – Educadora em Formação Popular, Adolescência e Juventude;
Juliete Ap. Leite - Educadora em Comunicação e Adolescência e Juventude.

- Atual Diretoria e Equipe que desenvolverá as atividades do Projeto ’’Juventude da Comunidade Gera Nova Sociedade’’:
Presidente: Cristiane de Paula
Vice-Presidente: Juliete Ap. Leite.
1º Secretária: Fernanda Walk
2ª Secretário: Wederson Kovaltschuk
1ª Tesoureira: Taís Regina Denhuke
2º Tesoureiro: Antônio Luís de Souza

- Conselho Fiscal: Heloíse A. de Lima, Antônio Mostefaga,
Sandro Rodrigo Cosmo e Simone Sebastiana de Lima.

- Sócios: Tatyelly Shaieni Pacheco, Laíse de Paula, Silvane Ap. Matoso, Sulivam dos Santos, Patrícia Borcath, Nattalie Ap. Pinheiro, Caroline Menon e Josiane Ap. de Deus.


Data de fundação: 09 de março de 2004 ---------- CNPJ: 06.281.255/0001-56

Para maiores informações entre em contato com a Associação CORAJEM:
Telefone: 042-3422-94-00
Rua: Barão do Rio Branco, 43 - Irati/PR
Blog: http://www.associacaocorajem.blogspot.com/
E-mail: corajem@corajem.org.br