terça-feira, 25 de junho de 2013

Edital do Projeto "Jovens de periferia urbana em cena: inclusão social via cinema popular", Universidade Sem-Fronteiras

Esta aberto o processo de seleção de bolsistas para o projeto de extensão da UNICENTRO, em parceria com a Associação CORAJEM, vunculado ao Programa Universidade Sem Fronteiras.
O projeto intitulado "Jovens de periferia urbana em cena: inclusão social via cinema popular" prevê realizar sessões de cinema em bairros periféricos e promover oficinas de comunicação popular para a juventude do município. O intuito é promover a educação popular crítico freireana por meio de espaços de manifestação e expressão cultural de jovens.

Sobre as seleção serão contratados(as):
2 (duas) pessoas recém-formadas em Instituições de Ensino Superior do Paraná (até 3 anos a contar da data de colação de grau);
4 (quatro) pessoas que estejam cursando a graduação, em uma Instituição de Ensino Superior do Paraná
Será avaliado ainda as vivências acadêmico-profissionais dos(as) candidatos(as) relacionadas à Educação Popular

As inscrições deverão ser feitas do dia 20 a 27 de junho de 2013 (até as 23h e 59min), através do site
Os(as) candidatos(as) deverão observar a documentação exigida para a inscrição;

A seleção será feita por meio de análise de curriculo e entrevista, que deverá ocorrem entre os dias 01 e 03 de junho de 2013.

A divulgação dos resultados deverão sair no dia 04 de junho de 2013, no mesmo site onde é realizada a inscrição.

Para maiores informações acessar o edital

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Jovens vão às ruas e nos mostram que desaprendemos a sonhar


Texto de André Borges Lopes 
Publicado no blog do Luis Nassif. Dom, 09 de junho de 2013. 



AOS QUE AINDA SABEM SONHAR 

O fundamental não é lutar pelo direito de fumar maconha em paz na sala da sua casa. O fundamental não é o direito de andar vestida como uma vadia sem ser agredida por machos boçais que acham que têm esse direito porque você está "disponível". O fundamental não é garantir a opção de um aborto assistido para as mulheres que foram vítimas de estupro ou que correm risco de vida. O fundamental não é impedir que a internação compulsória de usuários de drogas se transforme em ferramenta de uma política de higienismo social e eliminação estética do que enfeia a cidade. O fundamental não é lutar contra a venda da pena de morte e da redução da maioridade penal como soluções finais para a violência. O fundamental não é esculachar os torturadores impunes da ditadura. O fundamental não é garantir aos indígenas remanescentes o direito à demarcação das suas reservas de terras. O fundamental não é o aumento de 20 centavos num transporte público que fica a cada dia mais lotado e precário. 

O fundamental é que estamos vivendo uma brutal ofensiva do pensamento conservador, que coloca em risco muitas décadas de conquistas civilizatórias da sociedade brasileira. 

O fundamental é que sob o manto protetor do "crescimento com redução das desigualdades" fermenta um modelo social que reproduz – agora em escala socialmente ampliada – o que há de pior na sociedade de consumo, individualista ao extremo, competitiva, ostentatória e sem nenhum espaço para a solidariedade. 

O fundamental é que a modesta redução da nossa brutal desigualdade social ainda não veio acompanhada por uma esperada redução da violência e da criminalidade, muito pelo contrário. E não há projeto nacional de combate à violência que fuja do discurso meramente repressivo ou da elegia à truculência policial. 

O fundamental é que a democratização do acesso ao ensino básico e à universidade por vezes deixam de ser um instrumento de iluminação e arejamento dos indivíduos e da própria sociedade, e são reduzidos a uma promessa de escada para a ascensão social via títulos e diplomas, ao som de sertanejo universitário. 

O fundamental é que os políticos e grandes partidos antigamente ditos "libertários" e "de esquerda" hoje abriram mão de disputar ideologicamente os corações e mentes dos jovens e dos novos "incluídos sociais" e se contentam em garantir a fidelidade dos seus votos nas urnas, a cada dois anos. 

O fundamental é que os políticos e grandes partidos antigamente ditos "sociais-democratas" já não tem nada a oferecer à juventude além de um neo-udenismo moralista que flerta desavergonhadamente com o autoritarismo e o fascismo mais desbragados. 

O fundamental é que a promessa da militância verde e ecológica vai aos poucos rendendo-se aos balcões de negócio da velha política partidária ou ao marketing politicamente correto das grandes corporações. 

O fundamental é que os sindicatos, movimentos populares e organizações estudantis estão entregues a um processo de burocratização, aparelhamento e defesa de interesses paroquiais que os torna refratários a uma participação dinâmica, entusiasmada e libertária. 

O fundamental é que temos em São Paulo um governo estadual que é francamente conservador e repressivo, ao lado de um governo federal que é supostamente "progressista de coalizão". Mas entre a causa da liberação da maconha e defesa da internação compulsória, ambos escolhem a internação. Entre as prostitutas e a hipocrisia, ambos ficam com a hipocrisia. Entre os índios e os agronegócio, ambos aliam-se aos ruralistas. Entre a velha imprensa embolorada e a efervescência libertária da Internet, ambos namoram com a velha mídia. Entre o estado laico e os votos da bancada evangélica, ambos contemporizam com o Malafaia. Entre Jean Willys e Feliciano, ambos ficam em cima do muro, calculando quem pode lhes render mais votos. 

O fundamental é que o temor covarde em expor à luz os crimes e julgar os aqueles agentes de estado que torturaram e mataram durante da ditadura acabou conferindo legitimidade a auto-anistia imposta pelos militares, muitos dos quais hoje se orgulham publicamente dos seus crimes bárbaros – o que nos leva a crer que voltarão a cometê-los se lhes for dada nova oportunidade. 

O fundamental é que vivemos numa sociedade que (para usar dois termos anacrônicos) vai ficando cada vez mais bunda-mole e careta. Assustadoramente careta na política, nos costumes e nas liberdades individuais se comparada com os sonhos libertários dos anos 1960, ou mesmo com as esperanças democráticas dos anos 1980. Vivemos uma grande ofensiva do coxismo: conservador nas ideias, conformado no dia-a-dia, revoltadinho no trânsito engarrafado e no teclado do Facebook. 

O fundamental é que nenhum grupo político no poder ou fora dele tem hoje qualquer nível mínimo de interlocução com uma parte enorme da molecada – seja nas universidades ou nas periferias – que não se conforma com a falta de perspectivas minimamente interessantes dentro dessa sociedade cada vez mais bundona, careta e medíocre. 

Os mesmos indignados que se esgoelam no mundo virtual clamando que a juventude e os estudantes "se levantem" contra o governo e a inação da sociedade, são os primeiros a pedir que a tropa de choque baixe a borracha nos "vagabundos" quando eles fecham a 23 de Maio e atrapalham o deslocamento dos seus SUVs rumo à happy-hour nos Jardins. 

Acuados, os políticos "de esquerda" se horrorizam com as cenas de sacos de lixo pegando fogo no meio da rua e se apressam a condenar na TV os atos de "vandalismo", pois morrem de medo que essas fogueiras causem pavor em uma classe média cada vez mais conservadora e isso possa lhes custar preciosos votos na próxima eleição. 

Enquanto isso a molecada, no seu saudável inconformismo, vai para as ruas defender – FUNDAMENTALMENTE – o seu direito de sonhar com um mundo diferente. Um mundo onde o ensino, os trens e os ônibus sejam de qualidade e gratuitos para quem deles precisa. Onde os cidadãos tenham autonomia de decidir sobre o que devem e o que não devem fumar ou beber. Onde os índios possam nos mostrar que existem outros modos de vida possíveis nesse planeta, fora da lógica do agribusiness e das safras recordes. Onde crenças e religião sejam assunto de foro íntimo, e não políticas de Estado. Onde cada um possa decidir livremente com quem prefere trepar, casar e compartilhar (ou não) a criação dos filhos. Onde o conceito de Democracia não se resuma à obrigação de digitar meia dúzia de números nas urnas eletrônicas a cada dois anos. 

Sempre vai haver quem prefira como modelo de estudante exemplar aquele sujeito valoroso que trabalha na firma das 8 da manhã às 6 da tarde, pega sem reclamar o metrô lotado, encara mais quatro horas de aulas meia-boca numa sala cheia de alunos sonolentos em busca de um canudo de papel, volta para casa dos pais tarde da noite para jantar, dormir e sonhar com um cargo de gerente e um apartamento com varanda gourmet. 

Não é meu caso. Não tenho nem sombra de dúvida de que prefiro esses inconformados que atrapalham o trânsito e jogam pedra na polícia. Ainda que eles nos pareçam filhinhos-de-papai, ingênuos em seus sonhos, utópicos em suas propostas, politicamente manobráveis em suas reivindicações, irresponsavelmente seduzidos pelos provocadores de sempre. 

Desde a Antiguidade, esses jovens ingênuos e irresponsáveis são o sal da terra, a luz do sol que impede que a humanidade apodreça no bolor da mediocridade, na inércia do conformismo, na falta de sentido do consumismo ostentatório, nas milenares pilantragens travestidas de iluminação espiritual. 

Esses moleques que tomam as ruas e dão a cara para bater incomodam porque quebram vidros, depredam ônibus e paralisam o trânsito. Mas incomodam muito mais porque nos obrigam a olhar para dentro das nossas próprias vidas e, nessa hora, descobrimos que desaprendemos a sonhar.

terça-feira, 5 de março de 2013

"Juventude que ousa lutar, constrói o projeto popular” é o lema do 19º Grito dos Excluídos


Durante a tarde do dia 21, em São Paulo, a coordenação do Grito dos Excluídos acolhendo as sugestões de vários grupos, comunidades, dioceses, movimentos, sindicatos, definiu o lema da 19º edição do Grito dos Excluídos: Juventude que ousa lutar constrói o projeto popular. O Próximo encontro nacional dos articuladores e articuladoras do Grito acontecerá nos dias 26 a 28 de abril , em São Paulo. 

O que é o Grito dos Excluídos? 
É uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos. Constitui-se numa mobilização com três sentidos: Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social; Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos. 
É realizado em um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças. As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional. 

Semana Social e Grito dos Excluídos 
O Grito é parte do processo da 5ª Semana Social Brasileira e no ano passado trouxe o lema: Queremos um Estado a serviço da Nação, que garanta direitos a toda população! Sobre a participação da juventude a coordenação nacional da 5ª Semana Social Brasileira (SSB) divulgou na sexta-feira do dia 15, um vídeo com o objetivo de mostrar como os jovens brasileiros podem se mobilizar no debate do tema “O Estado para quê e para quem?” Informações (11) 2272-0627, ou acesse www.gritodosexcluidos.org 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Editais para contratação de equipes


Rede de Educação Cidadã - RECID

Processo seletivo objetivando a contratação de educadores sociais com experiência de acordo com termo de referência para fazer parte da equipe técnica do convênio Nº. 778677/2012 – SDH/PR

Projeto: capacitação em direitos humanos através de redes de entidades e movimentos sociais visando ampliar exercício da cidadania (RECID - rede de educação cidadã).

Objeto:
Constitui objeto deste processo seletivo a seleção de educadores sociais para execução do convênio entre a secretaria de direitos humanos e CAMP visando a capacitação em direitos humanos através de redes de entidades e movimentos sociais visando ampliar exercício da cidadania.
O recebimento dos currículos é até o dia 25 de fevereiro de 2013.
Acesse o edital e maiores informações no site:
Site da RECID

Edital:



Projeto Guayi (Economia Solidária Feminista)

Está lançado, na página da Guayi o edital para o PROCESSO SELETIVO Nº 003/2013. Esse edital visa a contratação de equipes para a constituição de BASES DE SERVIÇOS EM ECONOMIA SOLIDÁRIA E FEMINISTA, visando a construção da REDE NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E FEMINISTA: TECENDO REDES, SUSTENTABILIDADE E SOLIDARIEDADE PARA O BEM VIVER.
O projeto será realizado em 9 estados do país: (Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Pará), no âmbito do Convênio Nº 776119/2012, firmado entre a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego e a Guayí.
Estão abertas inscrições para Coordenadoras(es) Estaduais, Assessoras(es) Técnicas(os) e Agentes de Desenvolvimento Local para compor as 12 BASES DE SERVIÇO EM ECONOMIA SOLIDÁRIA E FEMINISTA.

O recebimento dos currículos é até o dia 06 de março de 2013.
Site da Guayi:

Edital:           

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O carnaval de rua de Irati



A avaliação da população iratiense sobre o carnaval de rua do município parece ter sido bastante positiva. Pelo menos é o que mostram algumas reportagens, como a da Rádio Najuá (ver reportagem aqui). 


A Prefeitura Municipal, através de sua Secretaria de Cultura, optou por uma metodologia de valorização da cultura local, e das associações e organizações existentes no município. Assim, tivemos a apresentação da “Galera do Skate”, dos squetes de teatro, a feira de produtos artesanais e da economia solidária, entre outros.

Destacamos a presença do Fórum Municipal de Economia Solidária de Irati – FMESI, que, ao contrário do que afirma a matéria da Najuá, não é um Fórum "da Associação CORAJEM", mas esta associação é um dos grupos que o compõem. Destacamos também a Associação de Cultura Regional de Irati – ACRI, que se colocou como co-realizadora do evento, e aos demais grupos, associações e organizações presentes, que fizeram deste carnaval uma festa popular.











Imagem da equipe de reportagem da Rádio Najuá.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Balanço do Encontro de Planejamento 2013




Encerrou na sexta-feira última o planejamento das ações da Associação CORAJEM para o ano de 2013. Ao todo foram quatro dias de debate, divididos em momentos de formação, avaliação das ações do ano passado e planejamento das ações deste ano.
Sob a assessoria de Rodrigo Souza, o planejamento para 2013 foi pensado de acordo com cada eixo de atuação da Associação, sendo eles o eixo da moradia, educação popular, da economia solidária e da juventude.


O encontro possibilitou a criação de um importante espaço de reflexão sobre as ações da CORAJEM, seus avanços, limitações de 2012 e possibilidades para 2013, utilizando-se do método de crítica, auto-crítica e análise de conjuntura para problematizar suas questões.
Dentre os principais resultados alcançados nos dias de debate, definiu-se como prioridade para este ano o eixo da juventude, sem deixar, contudo, de realizar os trabalhos que já vêm fazendo nos demais eixos. Suas ações serão no sentido de articular e assessorar organizações, grupos e movimentos já existentes, bem como provocar a criação de novos grupos comunitários. Além disso, será objetivo da CORAJEM para este ano um fortalecimento interno, de sua mística, sua espiritualidade e suas relações pessoais.
Os sócios poderão solicitar o relatório do planejamento pelo e-mail da CORAJEM.

A Associação CORAJEM deseja a todxs um 2013 de muita luta e muitos avanços.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Curso de Educação Popular Crítico Freiriana



"A ordem é ninguém passar fome 
Progresso é o povo feliz"
Zé Pinto, Ordem e Progresso
Assentamento Contestado, na Lapa-PR
A Rede de Educação Cidadã – RECID realizou nos dias 15 e 16 de dezembro um curso de formação em educação popular, baseado na perspectiva da pedagogia de Paulo Freire. O curso aconteceu no assentamento Contestado, município da Lapa-PR, e teve como facilitadora Ana Inês de Souza.
Dentre as discussões e temas, o curso possibilitou um resgate do contexto histórico em que viveu Paulo Freire, e a maneira como este olhou para a história de seu país e percebeu os processos de desumanização e resistência de seu povo.


A proposta da pedagogia de Paulo Freire é a de possibilitar uma educação que ajude o povo a pensar; que as pessoas sejam capazes de ler não apenas textos, mas contextos.







Freire propõe uma metodologia diferenciada de trabalho com as comunidades, em que o educador deve buscar as palavras que tem significado para determinadas pessoas ou comunidades e, a partir dessas palavras, poder problematizar questões sociais.
Na oportunidade, foi exibido um filme, da série Realidade Brasileira (segue abaixo).
No filme, Freire discute, entre outras coisas, a importância do “sonhar, projetar, o conjecturar sobre o amanhã”, que se trata de um ato político e ético. “quem é o sujeito beneficiado do seu sonho?”. Freire diz que é preciso sonhar por justiça, direitos, por liberdade, não uma liberdade individual, mas coletiva.

Visita a Mandala do Sr. Henrique, assentado do MST

O curso foi um importante espaço para reflexão das ações realizadas pelos grupos participantes, num constante processo de auto-avaliação sobre as práticas, e se estas caminham no sentido de uma emancipação ou libertação popular, ou reproduzem a lógica do capital.

"As pegadas das pessoas que andam juntas nunca se apagam" (provébio Congo)


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Encontro de Planejamento para 2013


A Associação CORAJEM comunica a sua direção, conselho fiscal, conselho político e sócios, que o encontro de planejamento para o ano de 2013 será realizado entre os dias 06 e 12 de janeiro, na sede. Durante essa semana serão discutidas as diretrizes e ações da Associação para o próximo ano e, portanto, é essencial a participação de todas e todos as companheiras e companheiros.
Contamos com sua presença!